segunda-feira, 26 de março de 2012

Desafios atuais do SUS - Onde estamos e para onde queremos ir.



Em seu artigo recentemente publicado. "Uso de indicadores para avaliação do SUS em debate", a autora Cristiane d Avila faz uma análise pós divulgação, pelo Ministério da Saúde, do IDSUS – Índice de Desempenho do SUS.

Trata-se de uma análise do desempenho do Sistema Único de Saúde nos municípios brasileiros segundo parâmetros de acesso e qualidade dos serviços de saúde.

Salvo críticas, especialmente daqueles que não foram muito bem, ou que foram pessimamente avaliados, podemos considerar um documento importante para análise da atual situação do SUS.

Fala-se ainda do Pro-Adess – Projeto Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde. Que, segundo o MS, municiou os fundamentos teóricos que balizaram a criação do índice.

Segundo a autora:

"Inicialmente desenvolvido por um grupo de instituições da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), a partir de 2008 o Pro-Adess passou a ser conduzido por pesquisadores do Laboratório de Informação em Saúde (Lis/Icict/Fiocruz) e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), sob a coordenação do Icict".

Precisamos nos municiar de informações. Seja para defender ou para criticar, positiva ou negativamente a situação posta. Não dá para fazer avaliações sem as informações. Elementos decisivos para uma análise qualificada.

Se, por um lado os dados divulgados pelo Ministério causaram polêmica, por outro jogou luz em alguns aspectos que jamais foram discutidos ou avaliados. Portanto, salvo algum engano na análise dos dados, no compto geral o resultado é positivo por trazer à tona a questão.

Por isso convidamos os nosso seguidores, leitores e público em geral a lêr o documento na íntegra, na página original, clicando AQUI.

E a conhecer mais sobre o Pro-Adess, em sua Página.

Além disso convidamos todos a participarem do forum:

Icict, 26 anos: "Uso de dados e indicadores para avaliação do SUS"
Que ocorrerá dia: 28 de março de 2012.
Local: Salão de Leitura Henrique Leonel Lenzi da Biblioteca de Ciências Biomédicas
Campus da Fiocruz - Manguinhos - Av. Brasil 4.365

quinta-feira, 22 de março de 2012

Consulta pública sobre Manual de orientação para atendimento em serviços de saúde à pessoas com síndrome de Down



CONSULTA PÚBLICA
Manual vai orientar atendimento a pessoas com síndrome de Down


Consulta pública foi aberta pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (21) , data em que é comemorado o Dia Mundial da Síndrome de Down. Contribuições para a elaboração da cartilha podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (21) em que se comemora o Dia Mundial da Síndrome Down, consulta pública para definição do Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down, que irá orientar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e prestar esclarecimentos sobre como proceder quanto ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com a deficiência. O texto, assinado pelo ministro Alexandre Padilha, está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União. As sugestões podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde até 20 de abril para o endereço eletrônicomanualsindromededown@saude.gov.br. O Brasil possui 300 mil pessoas com Síndrome de Dow, segundo dados do IBGE/2000. Estes números são semelhantes às estatísticas mundiais.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, explica que a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição humana geneticamente determinada. “Com base neste enfoque e depois de um amplo estudo, lançamos este manual. O objetivo é o de oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome de Down, nos diferentes pontos de atenção da rede do SUS”, afirma.

Helvécio Magalhães informa que o Ministério da Saúde mantêm ações de cuidados com pessoas com síndrome de Down. “Atualmente, contamos no país com 1.004 Unidades de Saúde com Serviço de Reabilitação em Deficiência Intelectual e Autismo. Por ano, são investidos R$ 170 milhões para o custeio destas unidades, administradas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde", afirma o secretário. “Com este manual, vamos ampliar a integração e articulação dos serviços de reabilitação com a rede de atenção básica e com a especializada.”

PARTICIPAÇÃO– A partir de hoje, a população e instituição científicas contam com um prazo de 30 dias para enviar sugestões ao Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down. A Secretaria de Atenção à Saúde coordenará a avaliação das propostas apresentadas e também será responsável pela elaboração da versão final do texto. Depois de aprovado pelo Ministério da Saúde, a publicação com instruções e normas para o atendimento de pessoas com síndrome de Down terá vigência em todo o território nacional.

A publicação seguida de consulta pública do Manual de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down é uma das estratégias do Plano Nacional dos Direitos da pessoa com Deficiência, lançado em novembro pela presidenta Dilma Rousseff. 

Créditos: Por Maria Vitória, da Agência Saúde – ASCOM/MS

segunda-feira, 19 de março de 2012

Medicina Social promove Encontro Nacional da UNA-SUS



O Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFPel está promovendo, nestas quarta e quinta-feira(21 e 22), no Hotel Jacques Georges Tower, em Pelotas, o 13º Encontro Nacional UNA-SUS(Universidade Aberta do SUS), cujo tema será Integração Ensino-Serviço no contexto da UNA-SUS. Estarão presentes autoridades nacionais e regionais no assunto, representantes do Ministério da Saúde, o secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, e autoridades locais. Haverá conferências, mesas-redondas e fóruns. Clique na imagem para conferir a programação completa.
Sobre a UnA-SUS
A Universidade Aberta do SUS é um projeto do Ministério da Saúde, desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde – SGTES, o qual fornece condições para o funcionamento de uma rede colaborativa de instituições de ensino superior, serviços de saúde e gestão do SUS, com o objetivo de atender às necessidades de formação e educação permanente dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde.
Essa rede opera de forma descentralizada por meio do intercâmbio de experiências, compartilhamento de material institucional, cooperação para o desenvolvimento e implementação de novas tecnologias educacionais em saúde, do apoio presencial ao processo de aprendizagem em serviços e pela troca de informações acadêmicas dos alunos para certificação educacional compartilhada.
Dessa forma, é possível levar a cada colaborador do SUS oportunidades de aprendizado, como material para autoinstrução, cursos de aperfeiçoamento, atualização, especialização e até mesmo mestrados profissionais. O emprego da tecnologia em Educação a Distância minimiza a necessidade de deslocamento da cidade ou da região do trabalhador, facilitando-lhe a formação.
A UFPel oferece, desde 2011, o curso de Especialização em Saúde da Família, pela Universidade Aberta do SUS.
Fonte: ufpel.edu

segunda-feira, 5 de março de 2012