domingo, 8 de abril de 2012

Hospital da Criança de Juazeiro prioriza atendimento humanizado

Administrado pela Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria da Saúde, desde 16 de maio de 2011, o Hospital da Criança de Juazeiro, continua humanizando e atendendo com respeito as crianças do município e da região. De forma diferente, a equipe da unidade através de parcerias realiza atividades lúdicas e religiosas para contribuir de forma efetiva com a recuperação do paciente. O município no norte da Bahia tem como prefeito Isaac Carvalho (PCdoB).

Além do tratamento, as crianças recebem atenção especial todos os dias, com momentos de fé, oração, brincadeiras na Brinquedoteca, na área de lazer e até mesmo nos leitos. Em toda unidade hospitalar é criado um clima de alegria e descontração.

A unidade foi inaugurada em 15 de julho do ano passado e realiza atendimentos de urgência na área de pediatria, desde o ambulatório ao internamento. Com 88 funcionários - 12 médicos, 6 enfermeiros, 16 técnicos de enfermagem, 1 nutricionista, 1 farmacêutico, dentre outros, em média são atendidas 1500 crianças por mês.

Atendimento lúdico 

Já em comemoração a Páscoa, os profissionais da unidade com a participação de estudantes da UNEB e da professora e coordenadora do projeto “Práticas Lúdicoeducativas em Ambiente Hospitalar”, Antoneide Silva, criaram um ambiente agradável, de alegria e brincadeiras, nesta segunda-feira (2).

“Com uma recepção dessa não tem criança que fique doente por muito tempo”, falou sorrindo o pescador Valdomiro da Silva, 50 anos, que estava com seu filho de 7 anos em observação. O pescador completa dizendo que o excelente atendimento começou desde que chega à unidade. “A recepção é feita com muita atenção e cuidado. Meu filho foi medicado e recebeu orientações médicas e ainda pôde se divertir na Brinquedoteca, onde ganhou chocolate e brincou, esquecendo até que estava doente”, falou satisfeito.

Para a dona de casa Márcia Gonçalves Arruda, 29 anos, tudo mudou para melhor. “Antes demorava muito para sermos atendidos, mas agora o atendimento foi rápido e bem melhor, pois as pessoas são mais educadas e humanas. Minha filha foi logo medicada, a alimentação do hospital é boa, as enfermeiras e os médicos são atenciosos. Tudo é perfeito. Assim é normal que minha filha se recupere logo, pois a alegria também é um santo remédio”, frisou.


Avaliação do Ministério 

No inicio deste mês, os serviços de Saúde em Juazeiro receberam boa avaliação do Ministério da Saúde. A pontuação de 6,24 colocou Juazeiro na liderança do ranking dos municípios de médio porte da Bahia e na quarta posição entre as capitais do Nordeste, além de ter ficado acima da média nacional, avaliada em 5,47, e na frente de Salvador, Recife e Petrolina.

Fonte: Ascom da prefeitura de Juazeiro na Bahia / via / vermelho.org

sábado, 7 de abril de 2012

CONHEÇA O PLANO DE AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O ENFRENTAMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) NO BRASIL, 2011-2022



Esse Plano define e prioriza as ações e os investimentos necessários para preparar o país para enfrentar e deter as DCNT nos próximos dez anos.

O principal objetivo do plano é promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco e fortalecer os serviços de saúde voltados para cuidados crônicos.


Para acessar o documento clique AQUI

sábado, 31 de março de 2012

SUS aumenta lista oficial de medicamentos na rede


Quantidade de produtos da lista oficial de medicamentos do SUS passa de 340 para 810 itens. Nova relação incorpora tratamento para próstata e mais fitoterápicos 
Uma nova Relação Nacional de Medicamentos (Rename) está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29). Por meio da Portaria 533 ,o Ministério da Saúde amplia a Rename, a lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), que passa a contar com 810 itens. Entre as novidades, está a inclusão de cinco novos medicamentos, que passam a ser fornecidos gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Entre eles, os medicamentos alopáticos Finasterida e a Doxasozina, indicados para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (crescimento anormal da próstata). E mais três fitoterápicos: Hortelã (tratamento da síndrome do cólon irritável), Babosa (queimaduras e psoríase) e Salgueiro (dor lombar).
 
A Relação Nacional de Medicamentos é atualizada a cada dois anos. A última relação atualizada fora publicada em 2010. Outra novidade é que a Rename/2012 ganha outro conceito. Até o ano passado, só constavam desta relação medicamentos da atenção básica, considerados itens “essenciais” para a população brasileira; isto é, voltados para os agravos mais recorrentes. Por isso, a Rename/2010 se limitava a 340 itens. Até então, não estavam incluídos os medicamentos que tratam doenças raras e complexas nem vacinas ou insumos. “Este ano, a Rename  foi elaborada a partir de um conceito mais amplo do que é essencial para a população. Todos os medicamentos de uso ambulatorial foram incluídos – entre eles, insumos e vacinas. Por isso, a lista mais do que dobrou de tamanho, ganhando 470 itens”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha.
 
“Este é mais um passo da estratégia nacional que vincula acesso, incorporação racional de novos medicamentos para os cidadãos e sinalização para o aumento da produção nacional”, acrescenta Gadelha. Só não constam da Rename/2012 os medicamentos oncológicos, oftalmológicos e aqueles usados em Urgências e Emergências. Esses produtos estão contemplados na Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (Renases).
 
ATUALIZAÇÃO – A incorporação, exclusão e alteração de medicamentos e insumos na Rename são realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), coordenada pelo Ministério da Saúde e com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além de especialistas da (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de entidades e associações médicas, comunidades científicas e hospitais de excelência.
 
A incorporação é feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício dos medicamentos e deve ser acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso. Isso permite orientar adequadamente a conduta dos profissionais de saúde, além de garantir a segurança dos pacientes. A Conitec tem um prazo de 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para a conclusão dos processos de avaliação de novas tecnologias.
 
DISTRIBUIÇÃO – Para obter (gratuitamente) os cinco novos e outros produtos incluídos no Sistema Único de Saúde a partir da Rename/2012, o usuário precisa apresentar receita médica às unidades do SUS.  Os municípios e estados têm autonomia para disponibilizar esses medicamentos conforme a demanda da população local.
 
Cada município faz sua própria lista – a Relação Municipal de Medicamentos (Remume). Esses itens são adquiridos com recursos próprios dos estados e dos municípios, complementados por recursos do Ministério da Saúde. A compra dos medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre estados e municípios, bem como a definição dos pontos de oferta dos produtos e os documentos que devem apresentados pelos usuários.
 
Para a aquisição dos medicamentos, o Ministério da Saúde repassa às secretarias de saúde R$ 5,1 per capita habitante/ano (considerando-se que todos os brasileiros utilizam o SUS). A esse valor é adicionada uma contrapartida financeira pelos estados e municípios – cada um deles repassa R$ 1,86 per capita habitante/ano (totalizando-se, assim, R$ 8,82 per capita habitante/ano).
  
FITOTERÁPICOS – O Ministério da Saúde passou a financiar fitoterápicos na rede pública de saúde a partir de 2007. Inicialmente, apenas dois produtos constavam da lista do SUS. Atualmente, são 11 medicamentos. Todos eles são fitoterápicos industrializados, ou seja, registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); portanto, com eficácia e segurança comprovadas.
 
Esses produtos, assim com os medicamentos tradicionais, passam por controle de qualidade e as empresas seguem as mesmas regras de boas práticas de fabricação utilizadas pelas fábricas dos alopáticos. O Ministério da Saúde orienta o uso desses produtos apenas na atenção básica. Os profissionais de saúde interessados em prescrever fitoterápicos devem estar capacitados nesta área. A responsabilidade da prescrição é dos profissionais de saúde.
  
Relação de fitoterápicos ofertados no SUS:

Nome popular
Nome científico
Indicação
Espinheira-santa
Maytenus ilicifolia
Dispepsias, coadjuvante no tratamento de gastrite e úlcera duodenal
Guaco
Mikania glomerata
Expectorante e broncodilatador
Alcachofra
Cynara scolymus
Colagogos e coleréticos em dispepsias associadas a disfunções hepatobiliares.
Aroeira
Schinus terebenthifolius
Produtos ginecológicos antiinfecciosos tópicos simples
Cáscara-sagrada
Rhamnus purshiana
Constipação ocasional
Garra-do-diabo
Harpagophytum procumbens
Antiinflamatório (oral) em dores lombares, osteoartrite
Isoflavona-de-soja
Glycine max
Climatério (Coadjuvante no alívio dos sintomas)
Unha-de-gato
Uncaria tomentosa
Antiinflamatório (oral e tópico) nos casos de artrite reumatóide, osteoartrite e como imunoestimulante
Hortelã
Mentha x piperita
Síndrome do cólon irritável
Babosa
Aloe vera
Queimaduras e psoríase
Salgueiro
Salix alba
Dor lombar
 
Fontes diversas